Ingressos para a Torre de Belém
A Torre de Belém ergue-se na margem norte do Rio Tejo, no bairro de Belém, em Lisboa, sendo uma fortificação declarada Patrimônio Mundial da UNESCO, construída em 1515 sob o reinado de D. Manuel I. Esta página abrange a reserva de ingressos, o que a visita inclui ao longo de cinco andares interiores e o terraço, opções de transporte e dicas práticas para planejar sua visita à Torre de Belém.
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Principal atração em Lisboa
Visita pela fortaleza para observar a história marítima e os detalhes arquitetônicos manuelinos da estrutura.
O que está incluído no ingresso da Torre de Belém
Os ingressos da Torre de Belém garantem entrada na fortificação do século XVI e no Patrimônio Mundial da UNESCO localizado às margens do Rio Tejo. Esta entrada concede acesso à estrutura de calcário e suas câmaras históricas para uma visita autoguiada.
- Acesso completo aos níveis internos, incluindo a Câmara do Governador, a Câmara do Rei, a Sala de Audiências e a Capela.
- Entrada no Baluarte Inferior e nas casamatas, permitindo a inspeção das áreas defensivas da fortificação.
- Acesso ao terraço no topo, que oferece vistas panorâmicas da orla de Lisboa e do Rio Tejo.
- Exploração do Baluarte e do convés do Baluarte, incluindo as fachadas externas do monumento.
A Torre de Belém está aberta agora?
A Torre de Belém está atualmente fechada para visitantes devido a obras de construção e renovação. O fechamento é administrado pela Museus e Monumentos de Portugal e afeta o acesso ao interior: os cinco andares, o baluarte e o terraço estão todos indisponíveis até que a reforma seja concluída. A previsão de reabertura da torre é para meados da primavera ou verão de 2026, embora os visitantes devam consultar https://www.museusemonumentos.pt/en/ para atualizações confirmadas antes de planejar uma visita.
O exterior da Torre de Belém e os jardins ao redor permanecem acessíveis durante todo o ano. A cantaria manuelina, a gárgula do rinoceronte na fachada ocidental e os relevos da esfera armilar são todos visíveis do lado de fora. O exterior permite apreciar claramente o trabalho em pedra no estilo manuelino e a localização privilegiada do monumento às margens do Rio Tejo.
Como chegar à Torre de Belém?
A Torre de Belém está situada na orla, na Avenida Brasília, 1400-038 Lisboa, aproximadamente 6 quilômetros a oeste do centro de Lisboa. Há várias maneiras de chegar lá:

De bonde (elétrico)
O bonde 15E (Elétrico 15E) é a ligação de transporte público mais direta para a orla de Belém. O bonde percorre a margem do rio Tejo e para no Largo da Princesa, de onde a Torre de Belém fica a aproximadamente 9 a 11 minutos de distância a pé. O Elétrico 15E opera durante todo o ano e está incluído no Lisboa Card.
Horário de funcionamento e dicas práticas
Quando aberta, o horário de funcionamento da Torre de Belém é: de terça a domingo, das 9h30 às 18h00, com a última entrada aceita às 17h30. A torre fecha às segundas-feiras e nos seguintes feriados: 1º de janeiro, Domingo de Páscoa, 1º de maio, 13 de junho e 25 de dezembro. Para informações sobre o fechamento atual para reformas, consulte o aviso no topo desta página. As visitas ao interior estão suspensas até aproximadamente a primavera/verão de 2026.
Dicas práticas para visitar a Torre de Belém:
- Chegue cedo. O primeiro horário de entrada, às 9h30, é consistentemente o menos lotado. Filas de 30 minutos ou mais são comuns a partir do meio da manhã durante os meses de verão.
- Reserve cerca de 45 minutos para a visita ao interior pelos cinco andares, além de 15 a 20 minutos para explorar o exterior do baluarte e os jardins à beira-rio.
- A escada em caracol é estreita. Cada andar é conectado por uma escada onde só passa uma pessoa por vez. Os visitantes que sobem e os que descem devem alternar a vez nos horários de pico. Visitantes com mobilidade reduzida devem observar que os andares superiores e o terraço são acessíveis apenas por estas escadas, não havendo elevador disponível.
- É permitido fotografar em todo o monumento, inclusive no terraço.
- Combine com o Mosteiro dos Jerónimos. O mosteiro, localizado a aproximadamente 300 metros de distância, compartilha o título de Patrimônio Mundial da UNESCO com a Torre de Belém. A maioria dos visitantes conhece ambos em um único passeio de meio dia.
Uma breve história da Torre de Belém
A construção da Torre de Belém começou em 1515 por ordem do Rei D. Manuel I, sob a direção de Francisco de Arruda. A torre foi erguida sobre um afloramento basáltico no estuário do Rio Tejo, posicionada para controlar a entrada do porto de Lisboa e servir como ponto de partida cerimonial para as expedições marítimas portuguesas. Em 1519, a estrutura principal estava concluída, e Gaspar de Paiva foi nomeado o primeiro Capitão-Mor em 1521, dois anos antes da morte do Rei D. Manuel I.
A torre cumpriu sua função defensiva e cerimonial original ao longo do século XVI. Em 1580, durante a União Ibérica — período em que Portugal esteve sob domínio espanhol — a guarnição rendeu-se às forças do Duque de Alba. As masmorras inferiores da torre foram utilizadas como prisão, função que se manteve até 1830. Durante a ocupação napoleônica de Portugal, no início do século XIX, os prisioneiros eram mantidos nas celas do subsolo, que podiam inundar durante a maré alta.
O status de patrimônio da torre foi formalmente reconhecido em 1910, quando o governo português a classificou como Monumento Nacional. O reconhecimento internacional ocorreu em 1983, quando a UNESCO inscreveu a Torre de Belém na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO, juntamente com o Mosteiro dos Jerónimos, reconhecendo os dois edifícios como expressões excepcionais da arquitetura manuelina e da Era dos Descobrimentos portugueses. Em 7 de julho de 2007, a Torre de Belém foi eleita uma das Sete Maravilhas de Portugal.
A torre é construída em calcário lioz, uma pedra clara extraída na região de Lisboa, com quatro andares que se elevam sobre um amplo baluarte. A decoração manuelina, a fusão da estrutura gótica com ornamentos marítimos, as loggias de influência mourisca e os detalhes renascentistas refletem as ambições e o caráter cosmopolita do império português em seu auge.




